O vulto na janela da lavanderia

Este relato foi contado por Letícia Martins.

Moro com minha família em um condomínio no interior de São Paulo.

Certa vez, meus pais encontraram bitucas e caixa de cigarro no banco que fica em frente de casa, mas não eram da marca que meus pais fumam, então era bem provável que algum vizinho tenha sentado no nosso banco, fumado e deixado o lixo lá.

Passado alguns dias, fui à lavanderia de casa para pegar veneno de barata no armário e assim que cheguei na lavanderia, vi um vulto passando pela janela e pensei comigo: “Ah, peguei o pilantra que fez isso!”. E fui correndo abrir a porta para ver quem era.

Nem tinha raciocinado direito. Até que me toquei, que aquela porta dava para o jardim de casa. Até dava para alguém passar lá, mas como tem uma arvorezinha lá, mais ou menos do meu tamanho (~1,60m), não tinha como a pessoa “sumir” sem fazer barulho, pisar em todas as pedras e esmagar as plantas do jardim, já que abri a porta muito rápido.

Quando me toquei disso, aí percebi que era um vulto e fui correndo contar para a minha mãe. Ela quis me matar, já que era quase meia noite quando isso aconteceu.

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