Espíritos humanos (Fantasmas)

Você acredita em fantasmas? Se sim, você saberia identificar um? E como alguém se torna um fantasma?

Neste artigo irei falar sobre espíritos humanos e sua origem. Tudo o que irei falar aqui foi baseado no livro Ed & Lorraine Warren – Demonologistas, da editora Dark Side.

Estou na metade do livro. Assim que finalizar a leitura, postarei uma crítica no blog. Aguardem… 

Um spoiler: Já recomendo o livro 100%

Se você está lendo este artigo, provavelmente acredita em espíritos ou tem muita curiosidade sobre o assunto. Mas por que estou me referindo a espíritos humanos? Existem outros tipos? A resposta é… Sim.

Existem dois tipos de espíritos: os espíritos humanos (popularmente chamados de fantasmas), e os espíritos inumanos (também conhecidos como demônios).

PS.: Estou me referindo a espíritos assombrosos. Não estou entrando no grupo dos anjos e de Deus.

Após ler um capítulo muito interessante deste livro da editora Dark Side, me deparei com uma classificação e características desses dois tipos de espíritos. Neste artigo irei falar somente de espíritos humanos. Logo mais farei um sobre inumanos.

Diferença entre fantasma e aparição

Para mim, fantasmas, aparições e espíritos, eram todos farinha do mesmo saco, mas descobri que não é bem assim. Fantasmas e aparições podem ser considerados “estágios de projeção” de um espírito.

Mas qual a diferença, Marcos? Para de enrolar!!!

Calma, calma!

Antes que eu possa explicar a diferença entre um fantasma e uma aparição, tenho que te contar como esses espíritos se manifestam. Você vai ficar chocado! (piadinha cretina).

Espíritos necessitam de energia para se manifestar. Energia física mesmo. Só que eles conseguem retirar essa energia de duas fontes distintas, e acredite, uma dessas fontes de energia é você (ou nós, se preferir).

Todos nós possuímos 3 camadas de “energia”: a física, a emocional e a espiritual. Estas 3 camadas formam a nossa Aura.

Pelo visto, espíritos conseguem “ler” a nossa Aura. Ou pior, eles conseguem absorver a energia que nossa Aura exala.

Esta energia liberada pela Aura de um humano vivo é utilizada pelo espírito para que ele possa se projetar fisicamente.

Mas isso acontece com todo mundo?

Não. Aparentemente, o nível de “medo” da pessoa colabora muito para que haja uma projeção fantasmagórica. Em alguns casos de medo muito elevado, esta energia “negativa” consegue até mesmo “chamar” outros espíritos. 

Obs.: Clarividentes possuem uma Aura mais “aprimorada”. Devido a isso, conseguem facilmente enxergar e até se comunicar com espíritos.

Ao que tudo indica, a Aura se torna mais “agitada” quando estamos com medo e isso acaba liberando mais energia, que será facilmente capturada por espíritos. E é esta energia que dá forma ao fantasma ou aparição.

Por dedução, quanto maior seu medo, maior a clareza com a qual você verá o espírito. Normalmente a “vítima” começa enxergando um ponto luminoso e,  aos poucos, este ponto luminoso vai criando forma, até se “transformar” em uma figura humana.

A diferença entre um fantasma e uma aparição se encontra aí. Um fantasma é um espírito que absorveu pouca energia, ou seja, pode ser apenas uma forma luminosa flutuante. 

Já uma aparição, é algo mais definido. É um espírito claramente com feições humanas, podendo até  mesmo movimentar pequenos objetos.

Este tipo de espírito só aparece quando há presença humana, pois é de onde ele retira sua energia para poder aparecer. 

Uma outra forma de manifestação é em casos de tempestades. Devido à grande quantidade de raios que “caem” em dias de fortes chuvas, os espíritos também conseguem capturar parte dessa energia. Ao capturarem esta energia, eles podem tanto aparecer como fantasmas ou como aparições, dependendo da quantidade capturada.

Qual é o período em que os espíritos costumam aparecer?

Para um espírito humano, não existe um horário fixo ou padrão para sua manifestação. Tudo vai depender única e exclusivamente da quantidade de energia disponível para absorção.

Entretanto, na maioria dos relatos, espíritos costumam aparecer durante a noite. Mas isso também tem uma explicação. 

No período noturno, por algum motivo, nós tendemos a sentir mais medo. Seja pela escuridão ou até mesmo pela exaustão que o dia nos proporcionou. 

Como isso acaba deixando nossa Aura agitada, nós nos tornamos um lindo banquete de energia para esses espíritos.

Como alguém se “torna” um fantasma?

Provavelmente muitos que lerão este artigo falarão:

Eu não acredito em fantasmas. Se fantasmas existissem o mundo estaria cheio deles. Morre gente todo dia!

Bom, eu pensava igual a você. Entretanto, não são todas as pessoas que realmente se tornam espíritos vagantes.

Existem duas formas de você se tornar um espírito errante. Uma delas é tendo uma morte precoce e repentina. Neste caso, é bem possível que você nem ao menos perceba que morreu. 

Um exemplo muito legal que o livro nos dá é a amputação de um membro. Pessoas que amputaram algum membro do corpo relatam que, por muito tempo, você continua sentindo aquela parte faltante, como se ainda estivesse lá. Alguns relatam dores, outros relatam coceira, alguns até sentem estes membros se movimentarem. A diferença é que o “membro” da pessoa falecida foi o corpo inteiro. 

Este tipo de espírito costuma ser de pessoas jovens, que antes de seu óbito, era alguém bem vívido, ou seja, sua morte foi mesmo uma fatalidade. 

Uma historinha que o livro nos conta para explicar este caso é de um fantasma de uma mãe que morreu em um acidente de carro e que frequentemente “cuida” da casa e dos filhos: fecha a janela dos quartos, guarda as roupas nas gavetas, etc. 

Após conseguir entrar em contato com este espírito, o clarividente deve convencê-lo de que ele está morto para que o espírito possa fazer uma transição tranquila para a outra vida. Mas nem sempre é fácil convencer um espírito sobre sua morte.

Para muitos, eles só estavam sendo ignorados pelas suas respectivas famílias, o que pode deixar um espírito “deprimido” ou irritadiço, e não é legal tentar convencer um espírito irritado de que ele está morto. Embora quase sempre sejam inofensivos, deixar aparições irritadas pode causar belos sustos e alguns “arranhões” nos envolvidos.

Outra forma de se tornar uma alma presa na humanidade é através  do apego exagerado a alguém ou algo. Espíritos que possuem algo não resolvido na Terra tendem a permanecer entre nós até que estes assuntos sejam concluídos, podendo permanecer no mundo por várias gerações. 

Normalmente nestes casos a alma sabe que está morta, mas por algum motivo não consegue se desapegar de algo que deixou aqui. Não costumam ser nada receptivas, mas ainda assim, não oferecem grandes riscos a vida de quem se aproxima. São raras as exceções. 

Conclusão

– Fantasmas não costumam ser seres malignos. Tudo vai depender muito de como ele foi em vida.

– Normalmente não oferecem riscos, mas te assustar significa mais energia para eles aparecerem.

– Os espíritos que oferecem riscos à vida são os inumanos. Logo falarei sobre eles.

– Qualquer um pode ver um fantasma, mas o fantasma também pode escolher quem poderá vê-lo.

– O menininho do sexto sentido estava certo: alguns fantasmas não sabem que estão mortos.

– Fantasma é uma projeção luminosa sem definição e sem feição. Aparição é algo que você consegue distinguir e tem feição humana.

 

É isso aí pessoal. Por hoje é só hehe.

 

Alguma pergunta, sugestão ou crítica? mande nos comentários ou no e-mail relatos@scared.com.br

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